AS MONTANHAS FLUTUANTES DE PANDORA
Durante milhões de anos, a erosão trabalhou lentamente, quase em silêncio, esculpindo mais de três mil pilares que hoje se erguem abruptamente da floresta. Alguns parecem frágeis à distância, como se pudessem desmoronar a qualquer momento, mas resistiram ao tempo, ao vento e à água, criando uma das paisagens mais irreais do planeta.
Foi aqui que nasceu o imaginário de Avatar e o mundo de Pandora. Mas, ao contrário do cinema, aqui não há efeitos especiais. .

VENTO EM LOS GLACIARES
Entrar na Patagónia é caminhar entre bosques, glaciares e montanhas que parecem erguer-se de forma abrupta sobre os vales. No Parque Nacional Los Glaciares, os trilhos conduzem-nos por algumas das paisagens mais marcantes da Patagónia argentina, entre o granito, o gelo e o vento.
Ao longo de vários dias, avançamos por um lugar que muda constantemente de forma, luz e cor.
A VOLTA DO CAMPO DE GELO
A expedição no Campo de Gelo Sul Patagónico desenrola-se num lugar remoto e profundamente transformador, no coração de uma das maiores massas de gelo do planeta fora das regiões polares.
Durante vários dias seguimos num mundo onde o gelo dita o ritmo e cada passo exige atenção.


UPCHE HIMAL: SILÊNCIO ACIMA DOS 6.000 METROS
Há montanhas que suspendem o instante.
Quando subimos, o tempo deixa de correr como o conhecemos. Reduz-se ao som, ao espaço entre um olhar e o horizonte.
Foram dias de silêncio, de frio, de esforço e de gestos pequenos. Aqueles que, lá em cima, fazem toda a diferença.
O PEQUENO TIBETE
O Vale de Markha leva-nos a uma viagem sensorial, cultural e espiritual por um dos recantos mais impressionantes dos Himalaias indiano. À medida que se sobe vale adentro, o cenário vai-se transformando: vales amplos cobertos de erva seca, gargantas esculpidas pela água, planaltos onde yaks pastam sob o olhar atento dos pastores locais.


RUMO AO FIM DO MUNDO
Uma viagem inesquecível pela Patagónia argentina e chilena.
Há lugares que nos puxam como se tivessem um iman secreto. A Patagónia é assim. Sempre foi assim. Sempre esteve lá, no fundo do meu mapa sentimental. Uma terra de extremos, de silêncios cortantes, de vento constante e de beleza bruta.
NO CORAÇÃO DO JAPÃO
Há viagens que são mapas e há viagens que são encontros. O Japão não cabe num itinerário, nem se deixa reduzir a um conjunto de lugares visitados. Ele vive nos contrastes: no silêncio de um jardim de pedras e no ruído de um cruzamento em Tóquio, na lentidão dos veados de Nara e na pressa anónima do metro, no cone perfeito do Monte Fuji e nas cristas afiadas dos Alpes japoneses.


À SOMBRA DO TAVAN BOGD
No Altai da Mongólia, cada trilho revela vales profundos, rios glaciares e picos escarpados que parecem desafiar o tempo. A sensação de isolamento é intensa, como se o mundo moderno tivesse ficado para trás e apenas a natureza e a história ancestral permanecessem. A cada passo, somos convidados a observar detalhes que nos escapam no dia a dia: a forma como a luz toca os cumes, o som do vento nas estepes e o voo silencioso das águias acima dos vales.
HAKUNA MATATA
Crónica de uma expedição ao Kilimanjaro. Com um pé partido.
Por dentro, sentimos uma paz branca como a neve que pinta o teto de África. Só quando chegar a Portugal é que vou ficar a saber que o meu pé não estava torcido, mas sim partido. Hakuna matata.


ENTRE O BRANCO E O OCEANO
Crónica de uma expedição ao Urus e ao Pisco. E de um regresso com gosto a Lima.
Chegámos à Cordilheira Branca como se regressássemos ao nosso lugar de sempre, mesmo que muitos até estivessem ali pela primeira vez. Há montanhas que nos recebem com a força das muitas memórias que fizemos nesses lugares.
MAIS ALTO DO QUE O CUME
Há trinta anos entrei no alpinismo. Na altura, não sabia o que procurava. Era o passo seguinte depois de alguns anos na escalada em rocha. Talvez não fosse nada de concreto — talvez fosse apenas o apelo de estar lá em cima, longe de tudo, perto de algo que ainda não conseguia explicar.
Hoje, passadas três décadas, continuo a subir.
E continuo a procurar...


UM LUGAR LONGE DO RUÍDO DO MUNDO
O Vale Secreto de Naar Phu é uma travessia por um dos recantos mais remotos e intocados do Nepal, onde as aldeias parecem suspensas no tempo e as montanhas guardam histórias que se contam em silêncio.
NO MUNDO DE NÁRNIA
No passeio com raquetes, parecia que o mundo de Nárnia estava ali ao lado. As figuras das árvores, a neve com formas de animais, os sons e o vento. Somos cinco nesta caminhada com raquetes de neve ao longo de 106 km. De Abisko a Nikkaluokta.


LONGE POR FORA, PERTO POR DENTRO
Caminhar e viajar no mundo interior é outra forma de estar aqui. O aqui não é só a relva que separa os meus pés da terra, não é só a paisagem que me envolve. Não basta respirar. Existem muitos lugares e tempos simultâneos em cada instante que vivemos.
Diário da viagem à Cordilheira Huayhuash.
VALE DO PATI, DOIS PRAZERES
Dizem por lá que o Vale do Pati são dois prazeres: a natureza e a comida. E é bem verdade!
E depois há aquele sotaque brasileiro doce, os ritmos, a música, as cores e os calores. Ai Bahia, já tô desejando voltar!


A IMENSIDÃO DO ALTAI
Já muito perto do cume do Pico Malchin, fazemos uma pausa para descanso e para repor calorias. Esta é a fronteira da Rússia e ali está o pilar número 1, que marca o início da Mongólia. Estamos onde a Mongólia começa.
AURORAS BOREAIS NA LAPÓNIA


TRÊS FOTOGRAFIAS, TRÊS HISTÓRIAS
Viajamos até aos BALCÃS onde o Hugo Sá nos conta as histórias por trás de três fotografias que por lá tirou.
Já marcaste na tua agenda esta viagem em agosto?
CONVERSA COM ZÉ PEDRO
Uma conversa com o Zé Pedro, guia da Grande Viagem ao UZBEQUISTÃO. Querem conhecê-lo e perceber porque é que este é um programa a não perder?


UMA AVENTURA NA PATAGÓNIA
We did it!
Foi uma grande aventura. Não era tarefa fácil, mas todos conseguiram! A travessia do Campo de Gelo Patagónico Sul pôs à prova as capacidades físicas e psicológicas dos participantes. Aqueles dias, aquelas paisagens, aquele silêncio, tudo isso ficará para sempre na nossa memória.
